EM DISCUSSAO:
1.
DR.
KHALID AL ABOUD
Contribuiçao para Dermlist -
2 "TESTES"
Primeiro
Teste para os membros do Dermlist:
Que animal
possui um protetor solar natural?
"Please send
your answer to The Editor of Dermlist, Dr George, within 3 days.
The members
who submit the first 3 correct answers are the winners and shall be notified
in our new posting."
A- Aguia
B- Cobra
C- Peixe
D- Esquilo
E- Caranguejo
Qual sua resposta???
.............................
Segundo
Teste para os membros do Dermlist:
Qual e´
a condiçao do cabelo (penso eu!) , em que na ha´ nenhum problema
na estrutura do fio, nenhum problema no crescimento e nenhum problema na
cor? O unico problema seria na direçao do cabelo (?)
Qual sua resposta???
.............................
Grato desde
ja!
Contribution
from Khalid M. Al Aboud, MD
Medical Director
and Consultant Dermatologist, King Faisal Hospital, Makkah 2; Saudi Arabia
Address for
correspondence Khalid Al Aboud, M.D, Medical Director, King Faisal, P.O
Box 5440
Makkah, Postal
Code 21955, Saudi Arabia, Tel 00966 2 5566411, Fax 00966 2 5563523/5574350,
E-mail amoa65@hotmail.com
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de email para dermlist@dermlist.med.br
2. DRA.
RICARDA STELMACH
Re Dr. Sergio barbosa
caro Dr. Sergio,
esse é uma parelho individual de endermologia. O primeiro
a surgir no mercado foi o Silhouete, para uso em cabine, mas já
existem marcas
nacionais.
Ele faz drenagem
linfatica, e pela maneira de massagem, há um certo "arredondamento"de
pequenos culotes disfarçando-os bem.
Deve-se
tomar cuidado no uso, caso haja muitas telangisctasias. Pessoalmente ainda,
a melhor tecnica para lipodistrofia ginoide.
A questão
é: o aparelho domestico necessita ( como todos) necessita paciencia
e uso correto.
Tenho usado
pouco agora o meu porque desgasta muito o profissional, minha mão
e braço já não aguentam fazer uma sessão, e
não tenho ninguemque o faça. Mas usei-o muito e sempre gostei.
Não sou uma "apaixonada" por trabalho corporal, mas mantenho ainda
o aparelho.
Se quizer,
posso lhe enviar o manual tanto do domestico, qto do de cabine.
Um abraço,
Ricarda
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3. DR.GEORGE
B LEAL
re Dra. Tatiana/ACTINOMICOSE respondida em Piel L - relembrando ACTINOMICOSE
Tatiana, colocamos
seu interessante caso de lesoes no tronco em discussao na lista PIEL -L
e, as respostas que ja vieram foram:
comentó:
noviembre
7th, 2010 at 11:10
Dra.
Battaglini
Usaria una terapia de ataque con penicilina +Bactrim durante un mes
y luego continuaria con Bactrim por un año.
Drenaje de los abscesos
saludos
Dr. Jaime Piquero-Martin
comentó:
noviembre
7th, 2010 at 12:00
¿es
un acne conglobata?. Creo que debe descartarse también infección
por Micobacterias.
Saludos,
Amalia
Panzarelli
No
están entrando mis comentarios..les escribo por correo soporte tecnico.
noviembre
7th, 2010 at 15:35
La
mejor alternativa para actinomicosis sigue siendo la Amikacina junto con
Trimetoprim Sulfa. Esto lo describió el Prof Oliverio Welch de México
hace bastante tiempo. Publicamos un trabajo en el Int J Dermatol el Dr
Luiz Guilherme Castro y yo revisando 27 casos con micetoma y mostramos
los resultados de terapéutica. Puede revisarlo en el linkhttp://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1365-4632.2008.03447.x/abstract
Para
acortar el tiempo de tratamiento se me ocurre que puede usar la radiofrecuencia
tripolar en la lesión aislada para ayudar a destruir los granos.
(Esto último es una idea. No esta publicado en ningún lugar)
Saludos.
noviembre
7th, 2010 at 16:02
Disculpen,
creo que no entendí bien lo que decía la Dra Bataglini en
portugues. Es una actinomicosis.
Ya opinaron los otros colegas sobre las opciones terapeuticas.
http://piel-l.org/blog/archives/17840#comment-65663
|
Tatiana, seguindo
nosso projeto de ocasionalmente relembrar um tema importante, preparamos
a partir de consultas feitas em
SAMPAIO/RIVITTI
- 3a. EDICAO
AZULAY – 5ª.
EDICAO
DERMATOLOGIA
TROPICAL – Sinesio Talhari/René Garrido Neves
o seguinte
quadro (ainda em edicao), que certamente sera' de grande ajuda:
| ACTINOMICOSE
(MICETOMAS - Actinomicetomas
e Eumicetomas e BOTRIOMICOSE)
Segundo Sampaio/Rivitti,
em DERMATOLOGIA, 3a. Edicao, tais quadros " constituem o grupo das
chamadas infeccoes granulares que, alem do aspecto clinico, tem como
denominador comum a presenca de graos ou granulos na secrecao que flui
das lesoes fistulosas ou ulceradas."
Os Micetomas atingem,
de forma cronica, a pele e o tecido celular subcutaneo, podendo tambem
acometer ossos ou ate outros orgaos. Sao causados por bacterias (actinomicetomas
) ou fungos (eumicetomas). Na clinica apresentam lesoes tumorais, que podem
fistulizar, drenando secrecao sero purulenta ou sero-pio-sanguinolenta),
contendo graos ou granulos parasitarios
Ja as Botriomicoses
diferenciam-se por serem clinicamente similares, mas causadas por outros
generos de bacterias.
Os micetomas e
a botriomicose sao incluidos nas micoses profundas devido a varias semelhancas
com este ultimo grupo (clinica, patologias, imagens, evolucao e localizacao
de lesoes).
O Actinomicetoma
subdivide-se em Endogeno e Exogeno. O endogeno e' causado
pela Actinomyces israelii, raramente por outras bacterias. Estas bacterias
sao anaerobicas, gram-positivas, eventualmente saprofitas da boca ou estao
presente nas criptas amigdalianas, dentes normais e cariados.
O quadro clinico
apresenta 3 formas principais: CERVICO-FACIAL, TORACICA E ABDOMINAL
- NA CERVICO-FACIAL
as bactérias penetram no interior dos tecidos atravaes da mucosa,
após extrações ou traumatismos dentários, amigdalectomias
, fraturas de mandíbula ou outros traumatismos. Depois de
uma a duas semanas aparece no ângulo da mandíbula um edema
de tecidos mores e posteriormente aparece uma tumoracao irregular, dura,
de consistência lenhosa, eritemato-violacea, que se estende as regioses
vizinhas. Há formação de abscessos, com fistulas múltiplas
e secreção seropurulenta com grãos. Trismo e’
freqüente e não há adenomegalia regional, que estabelece
o diagnostico diferencial com tb e paracoccidioidomicose. A invasão
óssea pode ocorrer mais tarde, envolvendo periostite, osteomielite
e pseudo-cistos.
Na forma torácica,
a infecção pulmonar pode começar por aspiração
da bactéria ou devido a embolizacao, a partir de foco cervical.
O quadro inicial e’ de uma infecção subaguda, com febvre
irregular, tosse, expectoração e dispnéia. Aparece
induracao da parede torácica, com derrame pleural e/ou drenagem
transparietal através de fistulas por onde flui sercrcao seropurulenta
com os grãos característicos.
Na forma abdominal
– o quadro resulta da deglutição do agente, por metástase
ou contigüidade a partir de foco torácico, embora seja mais
comum a propagação da doença do abdômen ate
o tórax. Há a formação de turmoracao inflamatória,
que e’ palpável e dolorosa, com posterior aparecimento de fistulas
na parede do abdômen. Naqueles casos onde não ocorrem fistulas,
a diagnose fica mais difícil.
Há também
actinomicose no aparelho genital feminino, que tem sido correlacionada
ao DIU, tanto de metal como de polietileno. Já que o A. israelii
não esta’ normalmente presente na flora genital, acha-se que
talvez possa a contaminação vir a partir de foco intestinal.
São os sintomas : sangramentos, secreção vaginal
de forte odor e dores hipogastricas.
Os sintomas de
qualquer forma de actinomicose endogen e’ febre, claqfrio, sudorese,
anorexia e perda de peso. Os grãos podem ser esbranquiçados
ou branco-amarelados. Laboratorialmente encontra-se leucocitose, anemia
e um VHS elevado.
ACTINOMICETOMA
EXOGENO OU NOCARDIOSE
Devida a actinomicetos
aeróbios (bactérias) que vivem no solo e em vegetais. São
adquiridas pos- traumatismos. As principais espécies que a
causam são : Nocardia brasiliensis (80 a 90% dos casos), N. asteróides,
N. caviae, Actinomadura madurae, A. pelletieri e Streptomyces somaliensis
EUMICETOMA (MADUROMICOSE)
Causada
por diversos fungos, como Petriellidium boydii ou Scedosporium apiospermum,
varias espécies de Acremonium( Cephalosporium), Madurella, Pyrenochaeta,
Exophiala e outras
As manifestações
clinicas e a evolução parecem-se com a nocardiose, mas há
algumas diferenças: a nocardiose e’ mais inflamatória
e supurativa, com secreção mais abundante, já a maduromicose
se apresenta com mais fibrose, havendo pouca supuração e
pouca secreção.. O nome Maduromicose deriva do fato
de casos terem sido descritos, com freqüência, no distrito de
Madura, na Índia – em 1842, refere Arival C. Brito no livro DERMATOLOGIA
TROPICAL, Gill denominou “doença do pe” a uma nova doença
dos membros inferiores, que estava atingindo vários habitantes daquele
distrito. E o termo MICETOMA, ainda de acordo com Brito, foi cunhado por
Vandyke Carter, que significando “tumor causado por fungo” , após
demonstrar a natureza micótica dos grãos presentes nas lesões
inflamatórias que caracterizam a doença.
Os actinomicetomas
e eumicetomas devem ser diferenciados da tuberculose, micoses profundas,
botriomicose, sífilis, osteomielite, abscessos e lesões malignas.
A ULTRASONOGRAFIA,
radiologia, cintilografia óssea, RNM, permitem o reconhecimento
da extensão e profundidade da infecção.
Laboratorialmente,
o exame micológico do material recolhido de fistulas, lesões
fechadas e secreções ajudam. O exame direto mostra
presença de grãos parasitários.
Os grãos
das secreções podem levar ao diagnostico etiológico
pela sua coloração:
ACTINOMICETOMAS
- Cor branca-amarelada – NOCARDIA SP.
Cor rósea ou vermelha - ACTINOMADURA
Cor marrom-preta -
STREPTOMYCES
EUMICETOMAS
- Cor branca-amarelada – SCEPDOSPORIUM –ACREMONIUM
Cor vermelha
- RUBROMADURELLA
Cor marrom-preta -
MADURELLA, PURENOCHAETA,
EXOPHIALA
Em relação
a cultura, os agentes da actinomicose endógena necessitam de cultura
em anaerobiose. Já os agentes da nocardiose e eumicetomas podem
ser cultivados em Agar-Sabouraud e outros.
Na histopatologia,
o HE mostra microabvscessos, tecido de granulação, com áreas
de fibrose e demonstração dos grãos. Na nocardiose
os grãos tem massa central basofilica e periferia eosinofilica,
com clavas radiais. Nos eumicetomas os grãos são constituídos
por filamentos micelianos septados com clamidósporos terminais e
intercalares, que podem ser corados pel PAS ou Gomori
Em relação ao TRATAMENTO:
Para a Actinomicose
endógena, a droga mais eficaz e’ a penicilina – G, na dose
diária de 10 a 20 milhoes de unidades, via intravenosa, por um a
dois meses. Após isto, pode ser recomendável a retirada do
tecido infectado e continuação do tratamento com penicilina
V, na dose de 2 a 5 milhoes de unidades via oral, por um a dois anos. Também
são usados ampicilina, tetraciclina, eritromicina, estes na dose
de 2 a 3 g ao dia. Clindamicina, rifampicina e cefalosporinas também
podem ser eficazes.
Para a Nocardiose,
DDS em doses de 100 a 300 mg ao dia, durante 6 a 24 meses; Sulfametoxol
800 mg- trimetropina 160 mg - 2 ao dia. A associação
destes dois produtos ao DDS representa um tratamento eficiente, bem tolerado,
que pode ser dado por meses ou anos. Sulfametoxazol/trimetropim e amicacina
500 mg IM a cada 12 joras, 3 semanas interecalando com 2 semanas de descanso,
num total de 3 series apresenta bom resultado. Há tamb em esquemas
com Rifampicina 600 mg ao dia e a associação amoxicilina
500 mg e acido clavulanico 125 mg, 3 comprimidos ao dia, por 6 meses.
Para os Eumicetomas,
pode-se empregar itraconazol 200 mg a 400 mg ao dia por vários meses.
Anfotericina B nas doses iguais a da paracoccidioidomicose, 3 vezes por
semana. O iodeto de potássio, na dose de 1 a 2 g ao dia. Quando
houver inflamação secundaria, antibióticos ou sulfas
são indicados eventualmente, associados com corticoides. Nas formas
localizadas a cirurgia tem indicação, e algumas vezes, e’
a única solução.
Para a Botriomicose,
Azulay refere que o isolamento da bactéria e o antibiograma levam
a escolha do antibiótico.
SAMPAIO/RIVITTI
- 3a. EDICAO
AZULAY – 5ª.
EDICAO
DERMATOLOGIA TROPICAL
– Sinesio Talhari/René Garrido Neves
ne - Prezados colegas, este quadro
ainda esta' em edicao, pretendemos apresentar a "versao oficial "
ate o fim desta semana
|
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4.
DR. LEONARDO FERREIRA
Caso Dra. Tatiana Battaglini
Olá
colegas,
Dra. Tatiana,
esse seu caso de actinomicose realmente merece um estudo mais
aprofundado,
com identificação do agente etiológico para posterior
publicação
nos Anais. É um dos caso mais "bonitos" que já vi nesta lista.
Boa sorte.
Abraços.
Obs.: George,
seu furão, perdeu a Norte-Nordeste, foi ótima.
N.E.
- Leonardo, nao me mate de inveja e remorso!! Nao deu para ir: filho fazendo
ENEM, foi um fim de semana de "paitorista", etc...!
forte
abraco, George
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5.
DR. SERGIO S. BARBOSA
lipodistrogia ginoide Dra Ricarda
Olá Ricarda,
Muito
obrigado por seus esclarecimentos . O caso desta cliente é especialmente
discreto e acho então que fará um bom investimento . Se puder
encaminhar qualquer outro material escreva diretamente no email : sergiodermato@terra.com.br.
Bom
fim de semana a você e a todos!
Sergio
S Barbosa.
São
Paulo - SP
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6.
DR. GILDO SIMOES
Herpes zoster na gravidez
Gostaria
de colocar um tema para discussão- Herpes zoster na gravidez.
É sabido
que a partir do 5 ou 6º mes de gravidez uma medicação
necessária pode ser administrada na gestante
sem grandes
preocupações, entretanto um quadro de herpes zoster
nos primeiros
3 meses de gestação fazer uso de Aciclovir depende
da relação riscos/benefícios. Resalve-se
que na gravidez
esta virose não tem o mesmo comportamento de outro grupo de paciente,
por exemplo pode não ocorrer queimor ou dor.
A sintomatologia
sofre influencia do estado de gestação, como bem se sabe.
Há correntes que
advoga o uso
do medicamento mesmo no primeiro trimestre enquanto obstetras o proibem
seu uso neste período.
Em casos de
hanseníase virchowiana durante a gravidez já há consenso
do uso da dapsona, mas em casos de herpes zoster
na gravidez
vamos encontrar na literatura uma variedade de opiniões.
Quai s são
as observações que podem ser transmitidas sobre assunto via
este forum?
Muito grato.
Dr. Gildo Simões
Dermatologia
Aracaju- Sergipe
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ULTIMAS MENSAGENS
DR.
SERGIO S. BARBOSA
Herpes
zoster na gravidez
Caro
dr Gildo e colegas,
Tanto o
aciclovir quando o valaciclovir e o fanciclovir são categoria B
do FDA* e também compatíveis coma lactação,portanto
não há motivo para a proibição. Até
há alguns anos era categoria C mas estudos mais recentes levaram
a constatação da segurança da droga.
Os riscos
da varicela ou zoster na gestação não incorrem apenas
sobre o feto (2% o risco de varicela congênita entre 8ª. E 21ª.
Semana) mas também sobre a mão pois o estado de imunossupressão
leva aos riscos de complicação da varicela como pneumonia,
hepatite ou encefalite ou de um zoster mais agressivo com maior risco de
complicações .
Herpes
Zoster ou Varicela próximo ao parto são risco para varicela
neonatal que é potencialmente letal, neste caso a criança
deverá receber imunoglobulina específica ( VZIG ).
Abraços
e boa semana!
*Drugs in
pregnancy and Lactation ( aconselho!), Briggs et al , 2005
Varicela
congenita – foto de internet.
Sergio Santos
Barbosa
médico
dermatologista
sergiodermato@terra.com.br
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DRA.
TATIANA BATTAGLINI
re Dr. Leonardo Ferreira - (respondendo a colegas de Piel -L) re Dra. Amalia
- Re Dr. Jaime
Caro
Dr Leonardo,realmente concordo que se trata de um caso muito interessante.
Como tenho
dificuldade muito grande para internar pacientes por aqui ( náo
temos hospitais publicos), tenho pensado na opcáo DDS + sulfa.
Um abraço,
Tatiana Battaglini
Cara
Amalia,o histopatologico confirmou o diagnostico de Actinomicose,
creio que
o maior desafio agora seja a terapeutica.
Vc tem alguma
experiencia?
saudaçoes,
Tatiana Battaglini
Obrigada pela
orientaçao Dr Jaime....
Quais seriam
as doses recomendadas?
Abraço,
Tatiana Battaglini
Ps> agradeço a todos vcs
pela ajuda,em especial pra George que nos proporciona essa brilhante lista
de discussáo.
n.e.- Obrigado
e' a voce, Tatiana, e a todos, pois sem voces nada disto existiria.
george
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